Criámos uma narrativa feita de pessoas reais — o tio, a avó, o miúdo hiperativo — e um elemento que junta tudo: o sofá.
O lugar onde todos cabem. Onde todos contam.
Mais do que explicar um produto, fizemos as pessoas senti-lo. E, de repente, um seguro deixou de ser um contrato.
Passou a ser pertença.